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O Centro Internacional Rei Abdullah Bin Abdulaziz para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural (KAICIID), atualmente com sede em Viena, será transferido para Lisboa.

O Conselho das Partes do KAICIID e o Governo Português acordaram na transferência da sede do Centro de Viena para Lisboa. O Acordo Sede será assinado no próximo dia 29 de outubro, em Lisboa, pelo Secretário Geral do Centro, Faisal Al Muaammar, e pelo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Foi designada, a partir de 1 de novembro, a Sra. Elham Alshejni, do Iémen, como Secretária Geral Adjunta interina do Centro, de modo a assegurar o processo de relocalização do Centro, bem como a continuidade do respetivo trabalho.

O trabalho do Centro Internacional Rei Abdullah Bin Abdulaziz para o Diálogo Interreligioso e Intercultural visa o diálogo inter-religioso e intercultural, tendo como escopo promover o diálogo e a compreensão entre as diferentes religiões e culturas, encorajar o respeito pela diversidade e prosseguir a justiça e a paz entre as nações e os povos, assim como combater o uso indevido da religião como justificação para a violência e a perseguição.

O Centro integra um Conselho das Partes constituído por representantes dos Estados membros fundadores (Arábia Saudita, Áustria, Espanha, bem como Santa Sé como fundador-observador) e um Conselho Diretivo composto por representantes de diversas religiões (incluindo Cristianismo, Budismo, Hinduísmo, Islão, Judaísmo, Jainismo e Sikhismo).

Com a transferência da sede do KAICIID, Portugal passará a contar com nove organizações internacionais e verá reforçado o seu perfil internacional numa área – diálogo intercultural e inter-religioso – que é particularmente importante.

Recorde-se que Portugal é sede do Centro Europeu para a Interdependência e Solidariedade Global – Centro Norte/Sul do Conselho da Europa e que o Dr. Jorge Sampaio foi o primeiro Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações.

Portugal recebeu hoje, dia 12 de outubro, um grupo de oito crianças e jovens estrangeiros não acompanhados, provenientes dos campos de refugiados da Grécia, ao abrigo do Programa de Recolocação Voluntária, sendo os mesmos naturais do Afeganistão, Paquistão e Síria. O acolhimento foi feito nas cidades de Sintra, Castelo Branco, Lisboa e Fundão. 

 

Reconhecendo a especial vulnerabilidade das crianças e jovens estrangeiros não acompanhados, o Governo português respondeu ao apelo do governo grego e da Comissão Europeia, em março de 2020, para a recolocação dos cerca de 5 500 crianças e jovens que se encontravam na Grécia. Com a chegada deste grupo, encontram-se já 152 crianças e jovens no país. De acordo com os dados de Bruxelas, deste mês de outubro, Portugal é o 3.º Estado-membro que mais menores não acompanhados acolheu, a seguir à França e à Alemanha. 

 

O acolhimento e a integração têm sido uma prioridade do Governo, num esforço contínuo – envolvendo o Estado central, as autarquias locais, entidades públicas e privadas – que tem sido reconhecido pelo ACNUR, pela Organização Internacional das Migrações (OIM), pela União Europeia e pelo Conselho da Europa. 

 

No âmbito do Programa de Reinstalação do ACNUR, o nosso país já recebeu 848 pessoas vindas do Egito e da Turquia com diferentes nacionalidades (da Síria, Iraque, Etiópia, Sudão, Sudão do Sul, Eritreia e Somália). 

 

Portugal tem dado resposta positiva a todas as situações de emergência que decorrem de resgates no mar, tendo acolhido já 244 resgatados no Mediterrâneo ao longo dos últimos anos. 

 

Portugal foi o 6.º país europeu que mais refugiados acolheu ao abrigo do Programa de Recolocação da UE, recebendo 1 550 refugiados vindos da Grécia (1 190) e Itália (360) entre dezembro de 2015 e abril de 2018 – os quais foram acolhidos por 97 municípios. 

 

Ao abrigo do acordo bilateral entre Portugal e a Grécia chegaram já ao país 57 beneficiários/requerentes de proteção internacional. Portugal recebeu igualmente 142 requerentes de asilo ao abrigo do acordo entre a UE e a Turquia, entre junho de 2016 e dezembro de 2017.

Dia Internacional para a Redução do Risco de Catástrofes – 13 de outubro

 

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O Dia Internacional para a Redução do Risco de Catástrofes é uma oportunidade de reconhecer o progresso que está a ser feito no sentido de reduzir o risco de catástrofes e as perdas em vidas, meios de subsistência e saúde.

A edição de 2021 centrar-se-á na "Cooperação internacional para os países em desenvolvimento a fim de reduzir o seu risco de desastre e perdas de desastres". O ano de 2021 promete ser um ano decisivo quando se trata de cumprir a agenda política acordada em 2015. Sem uma ação real sobre o clima nos próximos dez anos, os acontecimentos climáticos extremos serão esmagadores, especialmente para os países em desenvolvimento.

Eventos agendados para assinalar o dia e mais informações disponíveis em:

Join us on 13 October for the IDDRR dedicated events
Learn more about the International Day for Disaster Risk Reduction
Join the campaign and spread the word
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Terá início hoje, 12 de outubro, o FIC.A 2021 - Festival Internacional de Ciência, que decorrerá até domingo no Palácio e Jardins Marquês de Pombal, em Oeiras, sendo simultaneamente transmitido em streaming no canal de YouTube do festival, disponível através da seguinte hiperligação: https://www.youtube.com/channel/UCz3JPvBP7Uy8h-o-f38a90A 

O FIC.A reunirá mais de 100 oradores de cerca de 25 países em torno de áreas como a Ciência, a Tecnologia, a Engenharia, a Ecologia, a Matemática ou a Cultura. O programa, que contém palestras, debates e workshops, entre outros formatos, pode ser consultado no site oficial do evento (www.fica.pt).

Entre as instituições internacionais envolvidas contam-se a National Geographic, a Agência Europeia de Segurança Marítima e o CERN. 

Com organização da Senciência - membro da European Science Engagement Association e da European Network of Science Centres & Museums -, o FIC.A apresenta, segundo a organização, “uma missão e visão que partem da ciência para construir um modelo integrador particularmente atento aos valores da inclusão, da sustentabilidade e da capacitação pessoal”.

Organizado em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras, principal financiador do projeto, o Festival integra a Estratégia Oeiras Ciência e Tecnologia, tendo em vista a afirmação deste evento como uma referência no panorama nacional e europeu. 

Contactos

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